Perseguição institucional aos terreiros do DF pode acabar
Uma reunião entre poder público e sociedade civil do Distrito Federal pode colocar fim a uma prática que envergonha a capital federal: a perseguição aos terreiros de umbanda e candomblé. O Estatuto da Igualdade Racial prevê que eles são patrimônio histórico e cultural – e, portanto, devem ser preservados. Porém, só este ano, uma casa foi fechada e outras dez, notificadas. Para o babalorixá Ivanir dos Santos, a escalada de intolerância religiosa é nacional Najla Passos Brasília - Nesta segunda (26), poder público e sociedade civil se reúnem no Palácio Buriti, sede do poder político do governo do Distrito Federal, para tentar pôr fim a uma prática que envergonha a capital minuciosamente planejada, há 52 anos, para sediar o poder federal e receber, com igualdade de oportunidades, brasileiros de todas as regiões, raças e credos: a perseguição institucional aos terreiros de umbanda e candomblé. rdo com o diretor de Políticas Públicas da Federação Brasiliense de Umbanda e Candomblé e co...