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Salve Oxóssi! Salve todos os orixás!

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  Hoje, os Caminheiros de Santo Antônio de Pádua homenageiam o magnífico Oxóssi, senhor das matas, da sabedoria. Okê arô! O grande caçador provedor do alimento, da fartura, cujas flechas interrompem a jornada das más energias e nos defende de ataques perversos das forças negativas. O guerreiro das matas, com suas muitas falanges, criam escudos que nos protegem nesta caminhada terrena. É para ele e para aqueles os representa no terreiro de Umbanda, nossos caboclos, que os Caminheiros estarão direcionando sua expressão de fé e gratidão.  E como não ter gratidão a Zambi, a Oxóssi e a todos os orixás? Estamos aqui lutando em meio à maior adversidade sanitária que transladou para o mundo espiritual mais de 215 milhões de brasileiros, devido ao ataque letal da covid-19, uma peste que furtou a vida de mais de 2 milhões de humanos em todo o planeta. Nós, sob a bênçãos de Zambi e de Oxóssi estamos vivos e com energias para louvar e dizer, quantas vezes forem necessárias, "muito obrigado&qu

Caminheiros de Santo Antônio: rumo aos 50 anos

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 Link para  Acesso ao conteúdo Link para a  Versão em PDF Chegamos a 2021, ano em que o Centro Espírita Caminheiros de Santo Antônio de Pádua completa 50 anos de existência. Embora todos nós estejamos com o coração cheio de esperanças, para que o pesadelo da covid-19 seja dissipado de nossa vida, não temos domínio sobre o futuro. A vacina não chegou ao país e, quando chegar, a imunização em massa deverá durar um ano ou mais. Ou seja, estamos longe do reencontro com o "normal" que vivíamos um ano atrás.  Mas a nossa casa, construída sobre forte pilares, tanto de concreto quanto de fé em Zambi, nos orixás e na Espiritualidade Maior, segue firme sua trajetória, contornando a crise e cumprindo a sua missão de auxiliar quem bate à porta.  Não poderíamos — e não podemos — deixar passar em brancas nuvens o cinquentenário da nossa casa. O centro é motivo de orgulho e nossa fonte de energia para superarmos as adversidades e nos impulsionar para vencer os obstáculos naturais deste plan

Caminheiros contornam a crise e inovam o diálogo com sagrado

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Por meio da prece, diálogo permanente com o sagrado da Umbanda Um bichinho invisível aos nossos olhos colocou o mundo de pernas pro ar em 2020. Obrigou os humanos a mudarem de comportamento. Quem o desafiou se deu muito mal. Milhares sucumbiram ante a sua força. A ciência e a medicina correram contra o tempo, para produzir uma vacina e conter o animalzinho. Ainda não está tudo resolvido, mas grandes passos foram dados. Um desafio inédito para os especialistas. Há muito a fazer para amenizar a angústia e o medo que dominam o planeta. O Centro Espírita Caminheiros de Santo Antônio de Pádua, completará 50 anos em agosto próximo e tem muito a agradecer a Deus e à Espiritualidade. Não sucumbimos diante da praga do novo coronavírus. Alguns médiuns enfrentaram a covid-19 e venceram a batalha. Louvado seja Deus! Os trabalhos espirituais do centro foram totalmente alterados. Outros perderam familiares e amigos e, aqui, expressamos o nossas condolências, rogando a Zambi que sejam banhados pelo c

Que 2021 seja abençoado

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  Ao longo de 2020, a crise planetária ceifou milhares de vida,. Impôs uma parada em todo o mundo. Ninguém foi poupado, independentemente da situação socieconômica,  raça ou origem. Ficou evidente  o quanto somos frágeis. Ricos, pobre, pretos ou brancos... Sem distinção alguma,  vidas foram ceifadas. Ficou clar, que todos somos iguais.  A crise não foi superada. O mundo ainda se debate para vencer o inimigo comum.  A esperança por dias melhores é sentimento universal. Mas é preciso mudar e rever o velho normal e construir sociedades menos injustas e mais fraternas. Assim, n este ano que se inicia, o Centro Espírita Caminheiros de Santo Antônio de Pádua roga Zambi e aos orixás de Umbanda paz, saúde alegrias, mais harmonia entre os seres humanos, entre os que têm e os que não têm fé. Respeito à natureza, em defesa da vida no planeta Compreensão ante as falhas e os erros do próximo.. Compreensão e sabedoria diante das vicissitudes da vida material. Acolhimento aos necessitados. Partilha c

27 de setembro: homenagem singela às crianças de Cosme e Damião

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Momento da prece pela dirigente espiritual dos Caminheiros, Creusa Lins Domingo, 27 de setembro. Não é um dia como outro qualquer. Para os umbandistas, é dia de festejar Cosme e Damião, a egrégora espiritual formada por todas as crianças que chegam aos terreiros com as energias da alegria, da inocência, da pureza e da generosidade. Pela primeira vez, em 49 anos de existência, a tradicional festa do Centro Espírita Caminheiros de Santo Antônio de Pádua não ocorreu. A homenagem às crianças (ibejis ou erês) não teve bolos, balões coloridos e muitas outras guloseimas. Mas os médiuns da casa se uniram para uma belíssima prece. Não faltaram balas e pirulitos. A cesta de oferendas às crianças também estava lá, aos pés das imagens Cosme e Damião. Em seguida, cada um incorporou seu erê e seus mentores espirituais. Foi um ritual muito singelo, mas profundamente lindo, em que a expressão de fé e de carinho pela falange das crianças estava em cada olhar e em cada gesto. Há poucos dias, receb

Ser umbandista de coração

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   Muitas pessoas se dizem umbandistas, batem no peito, orgulhosamente dizendo a si mesmo que a Umbanda é a religião que toca e comanda seu coração. Mas ai que está o porém e a pergunta: o que é ser umbandista? Uma das primeiras coisas que devemos entender é que nunca devemos ter vergonha em demonstrar, não só a nós mesmos, mas a todos nossos semelhantes que amamos incondicionalmente essa religião tão maravilhosa, tão bela, mas tão mal compreendida. É inaceitável que um umbandista tenha vergonha de expressar seu amor pela religião, ou que tenha vergonha de ser identificado como um irmão de terreiro. Nós umbandistas de coração devemos nos dar acima de tudo a caridade de um trabalho espiritual.Devemos saber e entender que uma casa, um terreiro, um centro de Umbanda é um local espiritual, e devemos entender que esses locais representam a bela Umbanda Devemos crer que temos que respeitar para sermos respeitados, ouvir para que sejamos ouvidos, é sabermos amar para que sejamos amados, e pri

Sou médium numa casa: posso visitar outros terreiros?

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Terreiro do Centro Espírita Caminheiros de Santo Antônio de Pádua Visitar outros Terreiros é uma questão importante na Umbanda. Mas antes de começar a responder esta questão, vamos olhar para o sentido da palavra e para nossa vida cotidiana. O que é visita? Visita no Dicionário Aurélio é “Ato de ir a algum lugar (com alguém ou não) para apreciar algo ou alguém”. Assim, é uma questão que aflige alguns Terreiros. Pois todos nós (ou a maioria de nós) gostamos de receber ou fazer visitas. Nesse sentido, visitamos lugares novos, casa de amigos, parentes etc. Posto que a visita pode ser: rara, contínua, de tempos em tempos, de surpresa, combinada, demorada, longa, etc. Não importa! Visita tem em si um caráter positivo que é “matar saudades”, “reencontrar algo ou alguém”, “colocar o papo em dia”, “recordar um fato ou paisagem” etc. Assim, na religião, em especial na religião de Umbanda é sabido que cada Casa tem: – Sua doutrina; – Seus costumes; – Seus ritos; – Suas regras; – Seus fundamentos