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Cura pelo pensamento

Por Luiz Antônio Gasparetto

O avanço da medicina no século 20, principalmente nas últimas décadas, tem-nos impressionado profundamente. Basta que vejamos uma sala cirúrgica ou um laboratório de check up e nossa imaginação parece nos transportar a um mundo fantástico, semelhante ao da ficção dos filmes americanos.

Mesmo assim, estes esforços não foram suficientes para que os homens descobrissem as causas verdadeiras das doenças. Para sanar tal embaraço intelectual-científico, os médicos falam no “acaso probabilístico”,coisa que nós espiritualistas, temos que repudiar, visto compreendermos que “Deus não joga- Deus cria, e cria perfeito”.

A resposta está na flagrante existência da alma ou espírito, que como ess6encia de vida e consciência, vontade e ação, vive dentro de um corpo mental que ativa o nosso corpo perispiritual (corpo astral), e este o corpo físico.

Na psicologia holística, o homem é visto como um todo integrado, onde qualquer comportamento está envolvendo toda a estrutura humana. Realça-se, assim, o importante comando do espírito sobre as suas outras áreas.

Sendo o espírito algo etéreo, é dentro da mente que ele atua mais diretamente. Ali, sua vontade move os intrincados mecanismos de seus corpos. Escolhe o mercado das idéias, os pensamentos em que quer acreditar, e ali imprime sua convicção, injetando-lhes força de ação. Estes pensamentos, chamados pensamentos-padrões, vão acionar- segundo sua qualidade- nossos aparelhos astrais e físicos desta ou daquela maneira.

Assim tanto os bons aspectos de nossas vidas como as doenças são freqüentemente resultado dos pensamentos- padrões que formam nossas experiências. Claro que não temos a intenção de mudarmos os bons pensamentos-padrões, pois gozamos seus bons resultados; são os pensamentos – padrões não saudáveis que nos preocupam mais.

Percebendo que ara esse problema físico já existe uma causa psíquica, podemos parar de culpar a vida e outras pessoas pelo que estava errado conosco e assumirmos inteira responsabilidade pelas nossas próprias experiências.

Sem nos reprovarmos ou nos sentirmos culpados, podemos aprender como evitar criar pensamentos-padrões que levem a doenças no futuro. Um exemplo particular: eu não podia entender como repentinamente minha nuca ficava tensa. Depois de aprender o conceito dos pensamentos-padrões, descobri que a nuca representa flexibilidade nas atividades, vendo diferentes lados das questões.

Eu fora muito inflexível e constantemente recusava ouvir outros pontos de vista; mais depois que me tornei mais maleável em meus pensamentos e habilidades, com uma agradável compreensão para ver os outros pontos de vista, minha nuca parou de perturbar-me. Agora se ela começa a doer um pouco, observo-me para ver onde meus pensamentos estão tensos e rígidos.

Para se eliminar permanentemente uma condição, precisamos primeiramente dissolver a causa. Mas, desde que freqüentemente não sabemos qual é a causa, achamos difícil saber onde começar.

Os pensamentos–padrões que causam mais doenças no corpo são todos aqueles resultantes das críticas, da raiva e do ressentimento. Por exemplo: a crítica conservada por longo tempo conduzirá a pessoa a uma doença como artrite.

Raiva a levará a doenças que fervem, inflamam e queimam no corpo. Ressentimentos longamente mantidos retêm alimentos apodrecidos, que finalmente geram tumores e câncer. É bem mais fácil dissolver esses pensamentos – padrões negativos da nossa consciência quando nosso estado é sadio do que tentar eliminá-los quando estamos em pânico e sob a ameaça de um bisturi de um cirurgião.

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