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Criação do Dia do Evangélico desagrada pastores


Reverendo Guilhermino Cunha lemba que a
República é laica e assim precisa continuar

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, em 15 de setembro, a Lei nº 12.328, que institui o 30 de novembro como Dia do Evangélico, de autoria do deputado Cléber Verde (PRB-MA), partido ligado à Igreja Universal do Reino de Deus. Embora não estabeleça mais um feriado nacional, a decisão do presidente não tem consenso nem mesmo entre os evangélicos. O presidente da Academia Evangélica de Letras do Brasil (ELB), reverendo Guilhermino Cunha, criticou medida. "A iniciativa é simpática, mas a República nasceu laica e assim precisa continuar", afirmou o reverendo.
O teólogo e pastor Alexandre Marques compartilha o mesmo entendimento do reverendo e vai mais além: a lei, além de ser inconstitucional, é discricionária, porque privilegia uma única religão. Na opinião de Marques, por uma questão de isonomia, teria que ser criado um dia para cada uma das centenas de religiões existentes no país, incluindo as de tradições africanas e orientais, que foram perseguidas dedemonizadas por um longo período.
O mesmo entendimento tem o pastor Walmir Vieira, da Convenção Batista Carioca: "Se existe um dia do evangélico, deveria haver também um para os católicos, os espíritas e assim por diante."
Com informação do Extra e Correio Braziliense



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