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Praça dos Orixás ou da vergonha?

A iniciativa do governo do Rio de Janeiro de discutir intolerância religiosa e direitos humanos vem se repetindo em vários estados brasileiros. O motivo não é outro senão os recorrentes ataques dos evangélicos neopentecostais aos terreiros de umbanda e candomblé. A violência não é apenas contra as religiões de matriz africana. Nela está embutida também o preconceito racial, o que justifica agregar ao debate os aspectos dos direitos humanos.

Em Brasília, às vésperas do fim do ano, a discriminação contra as religiões de matriz africana pode ser fotografado. A Praça dos Orixás, às margens da parte sul do Lago Paranoá, está completamente depedrada. Este é o terceiro ou quarto ano em que as homenagens a Iemanjá, realizadas pelos terreiros brasilienses de umbanda e candomblé, estarão comprometidas. Tornou-se, por conta do descaso e do abandono, uma praça da vergonha.
Ninguém acredita que será possível, a 21 dias da virada do ano, recuperar a Praça dos Orixás. Os apelos de dirigentes dos terreiros foi ignorada pelo Governo do Distrito Federal atual e pela administração anterior. Em meio à crise instalada no Executivo local, a restauração da praça parece algo inimaginável. Ou seja, mais uma vez umbandistas e candomblecistas serão tratados como religiosos de quinta categoria.

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