Carnaval

Sexta-feira, dia 20, os foliões tomarão conta das ruas das principais cidades brasileiras e também daquelas do interior. É carnaval! A maior festa popular pagã — ao menos no Brasil — que ocorre na maioria dos países católicos.

No Brasil, historiadores dizem que o primeiro Carnaval aconteceu em 1641. Teria sido uma homenagem do governador Salvador Correia de Sá e Benevides em homenagem ao rei Dom João 6º, restaurador do trono de Portugual.

De lá prá cá se passaram quase quatro séculos. Embora seja uma festa para todos possam se divertir, brincar e dançar, não falta quem ache que os quatro dias de folia são para pura baderna e todos os excessos podem ser cometidos. Muita bebida e sexo. E o pior, sexo inseguro.

Abrem espaço não só para que o corpo, santuário do espírito, seja maculado de todas as formas de perversão, como põem em risco a saúde e a vida. Pior: se expõem às energias dos espíritos menos esclarecidos. Correm riscos materiais e também espirituais sérios, que podem deixar marcas por muito tempo ou para a toda a vida.

Então, é preciso ter bom senso. Carnaval é tempo de alegria. É uma pausa que tanto pode ser usada para diversão quanto para refletir.

Nós, espíritas, podemos aproveitar o período de festa. Mas não podemos esquecer a responsabilidade que devemos ter com o nosso corpo, com a nossa espiritualidade. Evitar os excessos, seja qual for, e ainda tirar um tempinho para elevarmos nosso pensamento à Deus e rezar para que haja paz e serenidade para todos. Que os irmãos espirituais menos evoluídos não encontrem terreno fértil para expandir as energias negativas e contaminar um momento que deve ser apenas de alegrias.

Com responsabilidade, bom carnaval para todos!

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