SEGUNDA-FEIRA (Desobsessão) : Acesso das 19h às 19h45, e início às 20h;
QUARTA-FEIRA (Umbanda) : Distribuição de fichas às 18h30. Às 19h10 preleção e atendimento às 20h.
QUINTA-FEIRA (Sessão de cura): Fonte das Rosas Branca início às 19h30, só às pessoas encaminhadas;
DOMINGO (Umbanda) : Desenvolvimento, início às 16h. Distribuição de senhas às 18h30; preleção às 19h10, e atendimento, às 20h.WhatsApp: (61) 3585-1924 | Endereço: EQNO 1/3, Lote A, Área Especial, Ceilândia
DENÚNCIA: Racismo e intolerância institucionais no Pará
O direito de cultuar e de render homenagens aos orixás, aos caboclos e outras entidades da Umbanda e do Candomblé tem preço no município de Tucuruí, no Pará: R$ 145. O terreiro que recolher essa quantia à prefeitura pode tocar os atabaques até o dia amanhecer. Mas se resistir, o terreiro é invadido pela polícia e fim de festa. A intolerância e o racismo institucionais são uma afronta à Constituição brasileira.
A prática afrorreligiosa é equiparada a "festas, bailes ou promoções em clubes" pela autoridades municipais, o que justifica a cobrança da taxa todas as vezes que o terreiro tocar os atabaques. Assistam ao vídeo abaixo:
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creusa lins disse…
A denúncia é importante e devemos usar todos os meios de divulgação para procedê-la.
Embora haja muitos pontos comuns que unem umbandistas e candomblecistas, como o tambor, as ervas, o dendê, a fé em Zambi e nos orixás, que correspondem aos elementos da natureza, nem todos os adeptos da Umbanda conseguem compreender as nossas diferenças — a maior delas é o abate de animais, algo que não existe na Umbanda. Do lado de lá, as dificuldades também são grandes, embora, boa parte dos terreiros de candomblé tenha um cantinho reservado para recepcionar os caboclos, pretos-velhos e crianças que incorporam na Umbanda. Esse desencontro sempre me incomodou. Afinal, estamos todos no mesmo barco nessa trajetória terrena. Hoje, como no passado, navegamos em águas turbulentas ante a intolerância religiosa e o racismo dos neopentecostais, que satanizam a nossa fé, ou seja, mais um ponto de convergência entre umbandistas e candomblecistas. Ainda assim, falta união e não temos compreensão dos fenômenos distintos que ocorrem nas duas práticas: umbanda e candomblé. Há algum tempo...
A Umbanda, embora considerada uma religião brasileira, traz na sua matriz muito dos cultos africanos, aborígenes, católico e de outras manifestações de fé. O matiz mais acentuado, no entanto, é o africano. Daí, a Umbanda ser considerada também um prática de matriz afro, ao lado dos cultos africanos, que se distinguem pela origem das nações de origem dos negros que aportaram no Brasil, trazidos como escravos. Assim, temos, entre outros, bantus, nagô, angola, jejê, ketu. Encravada nesse mosaico afro-brasileiro, a Umbanda introjetou muito dos dialetos africanos no culto aos orixás. O mais popular no Brasil é o iorubá, falado pelo povo que leva o mesmo nome e é considerado o maior grupo étnico-linguístico da África Ocidental, que soma cerca de 30 milhões de africanos. Eles estão espalhados pela República do Benin, pelo Togo, Serra Leoa, Nigéria (onde há maior concentração de iorubás). As expressões, a maioria delas, iorubás, estão nos pontos cantados (toadas ou zuelas) e na...
Oh caçador! Guerreiro de uma única flecha. Rei das Matas, Rei da Umbanda. Pai da Inspiração e da Esperança, daí-me as bênçãos da prosperidade e inspira-me os pensamentos do bem. Ajuda-me no sustento da minha fé; a fim que possa cumprir com minhas obrigações e meus deveres neste mundo. Indica-me com sua flecha sagrada os verdadeiros caminhos da prosperidade.
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